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Hoje a Universidade Federal do ABC publicou resposta à uma reportagem da Revista Veja a respeito do programa de expansão universitária do governo Federal. Esta é a segunda vez no ano em que a universidade vem a público rebater um órgão de imprensa de grande circulação. A primeira vez foi contra o Estadão.

pra quem quiser lembrar/acompanhar tais discussões, seguem abaixo alguns links desses acontecimanetos:

UFABC vs. Estadão

  1. reportagem publicada no Estadão: http://www.estadao.com.br/arquivo/vidae/2006/not20060705p66217.htm
  2. resposta publicada no sítio oficial da UFABC: http://vai.la/Dwv
  3. carta do ex-reitor Adalberto Fazzio ao Estado:  http://vai.la/DUm

UFABC vs. Veja

  1. UFABC comunica que a revista Veja foi à Universidade e divulga íntegra das entrevistas realizadas: http://vai.la/Ja5
  2. Revista Veja publica reportagem http://migre.me/tnWS (via @ufabc_)
  3. UFABC publica resposta à reportagem: http://migre.me/tnWS

Não foi preciso parar pra pensar muito sobre o teor político das reportagens, e acredito que a comunidade UFABC concorda comigo. E, assim sendo, não vou gastar bits divagando a respeito dessa verdade. Não quero aqui, contudo, simplesmente atacar tais empresas, iniciar uma campanha anti-Veja ou anti-Estadão e levantar a bandeira da Caros Amigos. Já tem muita gente que faz isso e que faz o inverso também.

A questão que quero levantar diz respeito à saúde da  nossa imprensa. Não precisa ser um estudioso para ver que, infelizmente, boa parte dela faz parte de uma disputa de poder político. Alguns jornais se aliam ao time A, e outras revistas se aliam ao time B. Desse modo, muito do que se vê na grande imprensa de hoje em dia nada mais é do que a distorção dissimulada dos fatos com a finalidade de favorecer seus aliados.

O pior de tudo é que enquanto pra alguns é fácil perceber que a os responsáveis pela democratização da informação estão a serviço de uma minoria em busca do poder, para outros é mais fácil ainda acreditar nas verdadeiras novelas mexicanas que são publicadas Brasil afora. um exemplo é a própria UFABC. Muitos – mas muitos MESMO passam de trem ou carro todo o dia em frente ao campus de Santo André e sequer sabem que a UFABC existe. No meu caso, já estou desde 2006 apresentando e explicando à minha rede social sobre o que é a UFABC, como ela funciona etc, mas eu não duvido que muitos pais e amigos dos calouros de 2010 ficariam preocupados aos lerem a reportagem do Estado. Natural, já que essa seria praticamente a primeira vez que tenham visto algo sobre a UFABC. Isso só mostra que apesar da facilidade que se tem hoje de se obter “informações absolutas”, a sociedade se acomodou com a informação parcial e modificada que recebem periodicamente nos meios de comunicação.

Desse modo, não adianta simplesmente execrar a imprensa e sua liberdade que, como não se cansam (e com razão) de dizer, foi dificilmente conquistada. Se a situação chegou a tal ponto hoje é pura e simplesmente porque a própria sociedade permitiu, porque só quer saber de fingir se importar  com o sofrimento alheio ao comprar sensacionalismo e se satisfaz com entretenimento de qualidade duvidosa. Se fosse costume brasileiro exigir veracidade nas notícias e fiscalizar os meios de comunicação, dificilmente hoje se teria uma imprensa que tem que se sujeitar a se aliar com partidos e personalidades políticas pra fingir que está fazendo aquilo pra que foi criada.

Another time, another place

I’ve always heard there is a land
Beyond the mortal dreams of man
Where every tear will be left behind
But it must be in another time
There’ll be an everlasting light
Shining a purest holy white
And every fear will be erased
But it must be in another place
So, I’m waiting for another time and another place
Where all my hopes and dreams will be captured
With one look at Jesus’ face
Oh, my heart’s been burnin’
My soul keeps yearnin’
Sometimes I can’t hardly wait
For that sweet, sweet someday
When I’ll be swept away
To another time and another place
I’ve grown so tired of earthly things
They promise peace but furnish pain
All of life’s sweetest joys combined
Could never match those in another time
And though I’ve put my trust in Christ
And felt His Spirit move in my life
I know it’s truly just a taste
Of His glory in another place

UFABC 2010

Ontem foi a posse da nova equipe da administração da UFABC, no Teatro Municipal de Santo André.  Hélio Waldman recebeu a “faixa” de reitor do Fazzio, e logo em seguida deu posse à nova equipe: o vice-reitor Gustavo Dalpian e os pró-reitores: Durval Rosa (Graduação), Carlos Kamienski (Pós-Graduação), Klaus Capelle (Pesquisa), Sidney Jard (Extensão), Marcos Rúbia (Administração) e Rosana Denaldi (Planejamento e Desenvolvimento Institucional).

Desses nomes, o que melhor conheço é o Vice, que já foi meu professor e meu orientador na minha (tentativa de) Iniciação Científica, além de Diretor (e mentor, segundo uma outra professore, hehe) da Pós-Graduação em Nanociências e materiais avançados. O Rodrigo acha que eu puxo o saco dele, haha, mas não tem como negar sua competência. Não é qualquer um que consegue fazer uma pós de uma universidade nova e sem estrutura começar com conceito 5 na Capes. Isso tem, é claro, o mérito de todos os outros professores que se engajaram no projeto, mas a liderança para esse sucesso foi fundamental. E não poderia ser diferente, foi “aprendiz” do nosso último reitor pró-tempore, hahaha.

além do Dalpian, também conheço um pouco do Kamienski, mas só conheço como professor, e, de qualquer jeito, já faz MUITO tempo que tive aula com ele. Entretanto, há um diabinho rondando minha mente dizendo que a sua nomeação foi política. Ele foi candidato a vice-reitor numa chapa com a concorrente do Waldman, a prof. Adelaide. Não, não estou duvidando da capacidade dele de comandar a Pós na UFABC, apenas acho muito estranho, simples assim. Ainda mais que , antes das campanhas, estava achando que os debates polarizariam entre CECS versus CCNH e CMCC, mas, após as campanhas, ficou claro que a Adelaide e o Kamienski não eram unanimidade em seus centros, ao contrário de Waldman, que era o candidato dos engenheiros.  E se lembrarmos do fervor da campanha, poderíamos inferir que seria impossível alguém da chapa da Adelaide fazer parte da equipe do Waldman – por opção desse último… Essa nomeação não colou pra mim.

Quanto ao Rúbia, não conheço pessoalmente, mas conheço algumas ações: perguntem para os estudantes da nossa representação o quanto ele NÃO foi solícito aos alunos quando tínhamos algum problema que a prefeitura do campus pudesse resolver. há boatos também de gambiarras elétricas definitivas no Bloco B e no RU. Os apagões reforçam esses boatos…

O Derval só conheci mesmo na sessão solene. Já tinham me falado muito bem dele, e ele me pareceu bem sincero quando disse que seria hipócrita um ex-militante dar as costas aos alunos. Os nossos titulares do Consep o aprovam 100%, e a princípio, não vou discordar.

A Rosana eu só sei da fama também… já foi da secretaria de habitação de Santo André e coisa e tal. Ao menos no currículo demonstrou ser muito competente, hehehe. O Sidney eu não conheço bem, mas parece ter feito um bom trabalho como chefe de gabinete do Fazzio.  O Klaus eu sei que tem um sotaque alemão bem forte, hahaha.

Bom, agora é ficar de olho, e esperar que o trabalho dos próximos quatro anos rendam frutos.

Quanto à sessão solene em si, com certeza o destaque foi o discurso do Bevi (Luiz Bevilácqua – até o Fazzio o chamou de Bevi, antes que venham me falar merda, hahaha), que foi animado e cheio de metáforas, haha, diferente dos discursos mais calmos (por falta de um outro adjetivo melhor) dos outros (Fazzio, Waldman, Dalpian). Ele, pra quem não tem a vergonha na cara de não saber, hahaha, é o mentor da UFABC, que liderou todo o processo de construção da Universidade. Foi o primeiro vice-reitor, e depois promovido a reitor, até que saiu pra dar lugar ao Fazzio. Dizem  nos corredores que estaria interessado em comandar o Núcleo de Cognição e Sistemas Complexos. Eu espero que ele volte pra cá! Depois da Solenidade, concedeu uma pequena entrevista ao Fuentes, que deverá ser publicada no Ufanzine.

Já o coffee-break (ou end-coffee ¬¬’ ) não seguiu os padrões da Escola de Física pro povo todo. Só na sala VIP que foi de alta qualidade, e graças ao tráfico de influências de alguns alunos, conseguimos acesso ao recinto, hahaha.

Pena mesmo foi a fraca participação dos estudantes no evento (pelo menos eu não vi…). Apesar de sermos a maioria absoluta da comunidade, tinha só uma meia dúzia (literalmente?) presente no Teatro.

Espero que nas eleições consep/consuni melhoremos esse quadro!

Em 2010…

Já está preparado um pré-calendário das corridas que gostaria de participar em 2010.  É muito provável que não vá em todas essas ou em vá em outras diferentes dessas, mas é apenas um calendário-base…

31/01 – Corrida Oral B – Prevenção do Câncer Bucal (7km)
21/03 – Abertura do Circuito Corpore (10k) OU Circuito das Estações Adidas – Outono (10km)
11/04 – XI Meia Maratona Corpore Internacional de São Paulo (a confirmar)
09/05 – Graac (10k)
30/05 – 25 km Corpore – se tiver, vai ser a de 12,5km
04/07 – XV Corrida Corpore Bombeiros (10km) OU Circuito das estações Adidas – Inverno (10km)
08/08 – Centro Histórico (9km)
22/08 – Duque de Caxias (10km)
26/10 – Circuito das Estações Adidas – Primavera (10km)
10/10 – Shopping Aricanduva (9km)
21/11 – São PAulo Classic Zumbi dos Palmares(10km)
? 12/12 – II Corrida Palmeiras Arrancada Heróica (7km)
19/12 – Circuito das Estações Adidas – Verão (10km)
31/12 – São Silvestre (15km)
Agora vem a pior parte:  O preço! A princípio é caro pagar uma pequena fortuna (aos olhos de um universitário bolsista) “só pra correr”…  Tudo bem que, além de correr, a gente ganha camiseta e medalha,  e no dia da prova tem a água durante o percurso, e um lanchinho no fim da prova… mas mesmo com tudo isso acho que ainda o preço é salgado pra alguém como eu… Indo direto ao ponto, pra todas essas corridas que gostaria de correr, estimo que gastaria míseros R$600,00 durante o ano. Ai! São dois meses da bolsa de extensão! Mas se eu uso a bolsa de extensão pra isso, ficarei sem pagar o meu celular, sem recarregar o bilhete único e sem comer no bandejão durante 2 meses! É aí que entra o pedido: quem quer me ajudar a pagar tudo isso? Inicio a campanha:  Bota o Guilherme pra Correr em 2010
Quem quiser contribuir, entre em contato, eu passo os dados da minha conta bancária por e-mail. ” Eu poderia estar roubando,” mas só quero me divertir em algumas manhãs de domingo (ou noites de sábado, dependendo da corrida) com mais algumas centenas de atletas.  E “atletas”, assim como eu!

Hoje foi um dia muito legal: eu finalmente voltei a  participar de uma corrida! Acho que a última (Fila Night Run) foi em maio… E voltei no melhor estilo alviverde! Em frente ao Jockey, aconteceu a I Corrida Palmeiras Arrancada Heróica, e o “mestre de cerimônias” (ou sei lá o nome do tiozinho que fica no microfone durante o evento inteiro) explicou umas trezentas vezes o porquê do nome (não vou  explicar agora. o Google está aí pra isso, hehe). Foram 7 km debaixo de uma garoa que virava chuva fraca que virava garoa, com direito a lama nos 2,5 quilômetros finais, já na pista do Jockey. Meu desempenho até que foi bom se considerar que não botava meu tênis há seis meses… quer dizer, eu não evolui – obviamente – de seis meses pra cá, mas o meu desempenho foi bastante semelhante ao das corridas que já participei: fechei em pouco mais de 50 min. Agora nesse ano, a princípio, acho que não corro mais. Mas já vou guardar dinheiro pra Abertura do Circuito Corpore 2010, que deve acontecer logo, logo.

Agora essa foi a primeira corrida, espero conseguir ir todos os anos pra daqui a alguns anos poder falar que eu vou desde a primeira!

Surpreendeu também a medalha de participação que eles deram, super bem trabalhada – um milagre pra corridas de rua – e com um design muito legal.

E pra fechar, segue o planejamento 2010 (ou seria mais uma lista de desejos?):

Etapas do Circuito Corpore
Circuito das Estações Adidas
II Palmeiras Arrancada Heróica
São Silvestre

    Eu até gostaria de ir na na S. Silvestre esse ano, mas como parei compulsoriamente meus “treinos”,  hehe, não vai rolar… mas 2010 está aí, e espero correr muito mais! E claro, me desejem ter condições de pagar tudo isso, porque se depender desse planejamento,  vou precisar de muito, muito mesmo!

    Ontem, como toda sexta, fui ao ensaio do coral lá no IA/Unesp. Estou aprendendo muitas coisas a respeito do cantar, é verdade, mas o que mais está me deixando grato é aprender sobre música. Não sobre teoria musical: partituras, tonalidades, dinâmica, etc. Ou melhor, eu estou aprendendo isso também, mas quando digo aprender sobre música, digo no sentido cultural da palavra. E mais: estou aprendendo muita música brasileira. É um grande alívio e uma grande satisfação também saber que o Brasil tem música que vai além do que é tocado nas rádios. Não diria que necessariamente o que toca de música brasileira nas rádios é ruim, mas estou conhecendo coisas que são muito melhores. É bem verdade que eu sabia da existência de Villa Lobos, mas, sinceramente, às vezes dava a impressão que só tínhamos Villa Lobos (pelo menos pra mim).  E a cada dia eu aprendo mais músicas excelentes de diversos outros compositores. Ontem, em especial, conheci duas músicas de alguém que eu não tinha idéia que existia (EU não tinha idéia, mas quem é do ramo da música conhece MUITO BEM): Osvaldo Lacerda. Ensaiamos duas  de suas composições: “Lua depois da Chuva” e “São Francisco”. Foi impressionante o que essas músicas me causaram… a gente ia aprendendo e não tinha vontade de parar de cantar! São Francisco, em especial, é uma música que a Luiza (nossa professora e regente) disse que seria nosso desafio – e eu nunca gostei tanto de um desafio. A partitura tava difícil de ler (era manuscrita), a divisão de vozes não era tão natural assim, mas nós queríamos aprendê-la de qualquer jeito, compasso a compasso, e a cada compasso que nós conseguíamos executar corretamente vinha aquela satisfação de estarmos superando o desafio proposto. Pena que a hora passou tão rápido, poderia perder mais um bom tempo até que a música ficasse perfeita. E não por mim, ou pelo coral, mas porque uma música como essa não pode ser cantada de qualquer jeito, tem que ficar perfeita. Isso porque cantar música como essa, pelo menos pra mim, não é só uma satisfação pessoal, mas uma honra por estar cantando músicas tão bonitas. Sim, pra mim elas são bonitas, excepcionais, mas infelizmente para outros elas são horrorosas…  Fazer o que, né?

    Aí vai um vídeo com umas crianças cantando “Lua depois da chuva”:

    Edit:

    E pra quem se interessar em participar do coral, os ensaios acontecem toda sexta-feira, às 19h15, no Instituto de Artes da Unesp, Rua Dr Bento Teobaldo Ferraz, 271 – (grudado no terminal) Barra Funda

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    Há algum tempo atrás tinha comentado com uma amiga minha que a cada dia que assistia uma aula das matérias da licenciatura ficava com mais vontade de atuar no ensino. E parece que tudo está se encaminhando pra isso (finalmente um encaminhamento pra alguma coisa).  Coincidência ou não, vou iniciar o meu estágio numa EMEF aqui perto de casa justamente na semana do dia 15 de Outubro. E é incrível o tamanho da minha ansiedade, apesar de não ter nenhum retorno financeiro (meu consumismo chora ao se deparar com isso). Se tudo isso é aquela utopia que todo professor recém formado deve ter eu não sei, mas que isso está me animando de uma forma com a qual – confesso – nunca imaginei, não há como negar. E pensar que quando eu entrei pra UFABC pensava: “Só tenho certeza que não quero fazer Física e nem Licenciatura”. Ainda bem que tenho consciência que a minha vontade não é nada para Aquele que já traçou a minha vida, senão estaria louco!

    Agora, quanto a esse espaçozinho onLine aqui, me lembro que quando eu fazia cursinho da Poli em 2004 (na época que eu tinha certeza que queria ser um químico formado pelo IQ-USP, haha),  a professora e as corretoras de redação costumavam gostar um pouco dos meus textos. Vou voltar a praticar, quem sabe isso me ajuda a me comunicar melhor com a pirralhada que terei de encarar? =P

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